
Algumas indagações que ficam no ar:
1) O ciclo de Lisandro no Dragão teria terminado? O FCP teria peças de reposição não só no elenco, mas dentro do seu universo econômico, para a campanha do pentacampeonato nacional?
2) Até que ponto, os agentes dos jogadores top tem o poder de interferirem na carreira do jogador? É notório afirmar que Lisandro é um ídolo no Dragão e uma eventual mudança para o Meazza o deixaria apenas como um elemento de luxo na rotatividade de um elenco caríssimo e repleto de concorrentes?
3) Uma venda motivada por muitos milhões de euros, é viável, Pinto da Costa sempre deu mostras que é um excelente comprador e um ás na hora de vender e fazer lucro com atletas. Porém, quem passaria a ser o regente do ataque portista? Hulk poderá ser alçado a esta condição na sua segunda temporada vestindo o fardamento do Dragão?
4) Ernesto "Tecla" Farías. O que fazer com o outro atacante platino?
As respostas, possivelmente, no final desta temporada. Até lá, iremos pensar no que é melhor para o nosso clube, independente de ser um jogador hoje, vital na armação tática e técnica.
Amigo "Madjer"!
ResponderExcluirNos últimos anos o FCPorto, habituou-se a vender os melhores jogadores e nem por isso, deixou de vencer no terreno de jogo!
Vendemos uns, mas compram-se outros que se vão valorizar neste grande Clube!
Veja que até os treinadores precisam de vir para o FCPOrto, para ganharem titulos, uns atrás dos outros!
Grande Abraço,
Renato